O que é você hoje?
Um caderno de palavras conflitantes?
Um assopro da dor?
Um suspiro de saudade?
Acho que não..
Talvez um borrão.
Borrão de uma pintura que um dia foi bela, mas que hoje precisa de restauração
(ou que prefere permanecer assim, meio turva)
Porém, não existem outros pintores além de nós.
E além de termos perdido nossos pincéis, nunca mais nos (re)encontramos.
E queremos?